Acolhedores

acolhedores

Lema: Óh como é bom e como é belo estarmos unidos como irmãos” (Sl 133,1)

Princípios Orientadores:

O serviço Acolhedores surgiu intimamente ligado à COF a fim de contribuir para que a COF seja fiel ao seu ideal de casa da verdadeira fraternidade onde todos se sentem irmãos e sumamente acolhidos.

O acolhimento a praticar na COF deve ser ao jeito de Maria de Nazaré que acompanhará o acolhedor na sua acção recebendo qualquer visitante como se do próprio Cristo se tratasse.

Assim o acolhedor:

Guiará algum visitante (sobretudo nos dias em que não está a pessoa que lá trabalha);

Cuidará da beleza do ambiente de toda a COF, nomeadamente da Tenda do Encontro, para que quando visitada se respire um ambiente sumamente acolhedor;

O Acolhedor está ainda comprometido com toda a dinâmica de funcionamento da FMME, que atravessa todos os Serviços, como referido nos 11 pontos da Folha comum aos Serviços da FMME.

Nota: a ficha de inscrição, depois de preenchida, deve ser entregue e ou enviada à FMME.

Serviços

Os serviços da FMME são expressões organizativas da sua pastoral. São criados à medida que vão sendo necessários e desativados, e ou novamente activados, quando tal se mostre necessário. (art. 3º, nº 3 dos estatutos da FMME). Há portanto uma matriz dinâmica na sua constituição.

A última actualização foi efectuada em Janeiro de 2013. E, no momento actual (início de 2014), existem 15 serviços.

Há um fundo comum a TODOS OS SERVIÇOS, expresso no lema comum e em 11 princípios igualmente comuns. Todos os serviços têm, também, uma imagem específica que os identifica.

Imagem que identifica, globalmente, todos os Serviços:

servicosfmme

 

Lema comum a todos os Serviços : «Eu vim, não para ser servido, mas para servir.»(cfr Mt 20, 28);

«Se Eu vos lavei os pés também vós deveis lavar os pés uns aos outros. O discípulo não é mais que o Mestre.»(cfr Jo 13, 14 – 16)

Os 11 princípios comuns a todos os serviços:

1 – A Fundação Maria Mãe da Esperança, criada pelo então Bispo da Diocese de Leiria-Fátima, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva, cria Serviços, à medida que vão sendo necessários, para fazer face às suas necessidades. Cada Serviço é coordenado por um Responsável (Art 3º, ponto 3 dos Estatutos publicados no DR nº 172, de 20/07/1996). O presente e o futuro da FMME depende muito do que forem os seus Serviços.

2 – Todo aquele que adere a um Serviço, fica vinculado à Fundação e à sua Casa de Oração, (que tem o nome de Casa de Oração de Fátima) entrando para a Família FMME como seu membro. Sua função/missão: ser agente da Nova Evangelização.

3 – A adesão a qualquer Serviço resulta, habitualmente, de um convite por parte de algum membro da direcção da FMME ou do respectivo Responsável do Serviço. Segue-se um período de reflexão pessoal (como norma não superior a um mês). Após a aceitação do convite, marca-se a data do compromisso, que será sempre integrado numa celebração da FMME. Nesta cerimónia o responsável estará presente, presencialmente ou por mensagem específica para o efeito.

4 – Para facilitar a participação ativa na vida da FMME, para cuja família o inscrito entra, ninguém se deve inscrever em mais de um serviço. Mas a pertença à FMME, proporciona a colaboração, se assim o desejar, para além do serviço em que está inscrito.

 5 – Anualmente, antes do final do ano pastoral, realiza-se a Festa Anual dos Serviços, que tem um carácter avaliativo do ano prestes a terminar e programático do novo ano pastoral que se avizinha.

6– Os compromissos assumidos nos Serviços só o são na linha do amor: nunca obrigam sob pecado. Mas vividos com generosidade e amor fazem dos Membros dos Serviços verdadeiros agentes da nova evangelização, fim último da FMME.

7– Aos Membros de qualquer Serviço, propõe-se que, aos que residem mais perto (diocese de Leiria-Fátima) se esforcem por participar uma vez por mês e aos que são de mais longe se esforcem por participar uma vez por trimestre numa das atividades da Fundação: Adoração noturna, Adoração diurna; Retiros, Jornadas de Espiritualidade, Tardes de Deserto, etc. O calendário anual que lhes será enviado, antes do início do ano pastoral, ajudará a programar as várias participações.

8 – A não participação em qualquer atividade pelo prazo de um ano, sem qualquer diálogo, por iniciativa própria, com o Responsável do Serviço, ou com qualquer membro do conselho executivo, faz com que, só por si, cessem todas as vinculações de tal membro à FMME. Esta não exclui ninguém, é o próprio que se auto exclui. Obviamente, ficam dispensados da participação física os elementos que pela idade avançada ou doença não o podem fazer. Mas é indispensável a sua presença através de telefonemas, mensagens escritas ou outros sinais ilustrativos da sua pertença de coração à Fundação e aos seus ideais evangelizadores.

9 – Também se auto exclui quem opta por modelos de vida não consentâneos com a mensagem ou a moral cristã. A FMME é uma obra católica: Não se pode ser da Família FMME e não estar em plena comunhão com a Igreja.

10 – Cada Serviço tem tarefas próprias, diferentes, de acordo com a especificidade do Serviço. Contudo todos os Serviços se estruturam através de uma rede de relações entre os seus membros e os Responsáveis dos respetivos Serviços. Para além destes contactos, deve haver uma reunião, com um ritmo mínimo anual, para avaliar e programar trabalho, entre os responsáveis e os inscritos, no penúltimo ou último sábado de junho.

11 – Todos os membros dos serviços participarão na Festa Anual dos Serviços, no último sábado de julho.